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RugbyUFG

Equipes de rugby da UFG têm destaque nacional

Desafio é popularizar o esporte fora do foco Sul-Sudeste

Rugby

 

A versão original e mais tradicional é disputada por duas equipes de 15 jogadores, já a olímpica é disputada por duas equipes de sete jogadores.

 

Só é possível passar a bola para o lado ou para trás.  Os ataques decorrem das corridas com posse de bola; só é possível passes para a frente com pontapés.

 

Angélica Queiroz

 

O rugby é um esporte coletivo de intenso contato físico que, segundo a lenda, surgiu quando um aluno correu agarrando a bola e seguiu com ela até a linha de fundo adversária, infringindo a regra, durante um jogo de futebol, na cidade de Rugby, na Inglaterra, em 1823. O jogo é disputado por duas equipes, em que os jogadores conduzem uma bola oval com as mãos, podendo também utilizar os pés para chutes e lançamentos, com o objetivo de marcar o maior número de pontos dentro do tempo regulamentar da partida. Apesar de ter chegado ao Brasil ainda no século XIX, o rugby ainda não é muito conhecido no país e tem pouco espaço, especialmente, fora do eixo Sul-Sudeste. No entanto, nos últimos anos, equipes de rugby criadas na UFG vêm conquistando espaço no cenário nacional.

 

Na temporada 2016, a equipe masculina da UFG terminou o ano invicta na modalidade de Rugby Sevens, conquistando todos os campeonatos disputados. Segundo o treinador, Bruno Alexandre Freire, para 2017, o desafio é fomentar o esporte no país e mostrar a força do rugby do Centro-Oeste. “Teremos uma jornada bem mais longa, disputaremos novas competições, pois agora o nosso objetivo é mostrar nossa cara, mostrar nosso rugby para o restante do Brasil. Estamos felizes e orgulhosos, e trabalharemos duro para melhorar cada vez mais”, afirma.

 

A equipe feminina é mais nova, formada no início de março de 2016; mas em seu primeiro campeonato, já conquistou o terceiro lugar. De acordo com o treinador da equipe feminina Xavantes, Felipe Schmitz, a estreia ocorreu após cinco meses de treino e a equipe está feliz com seu desempenho inicial. “Todas as atletas iniciaram juntas, estão crescendo juntas e, o mais importante, com o espírito e os valores do rugby”. Felipe Schmitz afirma que o projeto para 2017 é um tanto quanto ousado, porém com os pés no chão. “O calendário feminino é mais curto do que o masculino, o que dificulta, mas não nos desmotiva em nada. Temos como objetivo crescer como equipe e, além dos títulos, o principal é disseminar o rugby no país, mostrando que mulheres também jogam e jogam bem”.

 

O presidente do UFG Rugby, Mateus Pureza Cardoso, afirma que a procura pelo esporte tem crescido, especialmente devido aos resultados mais expressivos alcançados pelas equipes da Universidade. Segundo ele, a Pró-Reitoria de Assuntos da Comunidade Acadêmica da UFG auxilia a equipe fornecendo traslado para campeonatos universitários e locais para treino. De acordo com Mateus, também já está sendo viabilizada uma parceria entre as equipes do UFG rugby e um projeto de extensão de aperfeiçoamento e iniciação do Rugby vinculado à Faculdade de Educação Física e Dança.

 

Rugby

Austrália, África do Sul, França, Inglaterra e Nova Zelândia são as grandes potências mundiais.

 

Por ser um esporte de extrema interação física é importante que os jogadores usem equipamentos de segurança, tais como chuteiras, ombreiras, boqueiras e capacetes.


Esporte para todos

 

A treinadora das equipes iniciantes, Veridiana Albuquerque, afirma que o rugby é uma modalidade bastante democrática. “O rugby é um esporte em que a pessoa pode ser magra, gordinha, alta ou baixa. Não existe preconceito ou a necessidade de um padrão físico para o jogador, pois ele pode se adaptar às posições adequadas ao seu porte físico”, detalha. Veridiana também destaca que o espírito de coletividade no rugby é muito forte. “Desde as primeiras lições no esporte aprendemos que não dá para jogar sozinho. Por ser um jogo de contato, no qual muitas vezes se sacrifica para que seus companheiros ganhem mais dois metros de campo, aprende-se a confiar na sua equipe”, explica.

 

Rugby

No Brasil, o esporte é organizado pela Confederação Brasileira de Rugby.

 

No jogo de rugby há três ou quatro árbitros. Entretanto, cabe apenas a um conduzir o jogo.


Quer conhecer o rugby?

 

O UFG Rugby aceita inscrições o ano todo e, para ingressar nas equipes, não é necessário ter vínculo com a UFG, embora a base do time seja obrigatoriamente formada por estudantes. Nos treinos, que ocorrem geralmente às quartas e sábados, há uma divisão entre iniciantes e veteranos. As equipes têm uma treinadora exclusiva para os iniciantes para que eles tenham noção do esporte antes de treinar com os mais experientes, evitando lesões e melhorando a dinâmica dos treinos.

 

Rugby

No Brasil também podemos escrever “rúgbi”. Em Portugal é conhecido como “râguebi”.

 

Entre em contato pelo Facebook, Instagram (@ufgrugby) ou e-mail (clubeufgrugby@gmail.com)

Categorias : Esporte Edição 86 Rugby

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