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EDITORIAL: A educação na agenda

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EDITORIAL:  A educação na agenda

Texto: Michele Martins*

Em diferentes abordagens, a educação foi o principal tema desta edição. A adoção de Organizações Sociais (OSs) para gerenciar escolas, a aplicação da Lei 13.146/2015 sobre a Inclusão da Pessoa com Deficiência, a análise da produtividade científica dos docentes da Universidade e o reconhecimento da excelência de cursos de graduação na UFG são alguns dos assuntos que selecionamos para os nossos leitores.

 

O destaque ficou com a reportagem sobre o projeto de Organizações Sociais na rede estadual de ensino do Estado de Goiás. Buscamos dados e avaliações sobre o problema do montante de recursos destinados ao financiamento do ensino público no país e a especificidade da gestão da educação. É bom lembrarmos que, de acordo com dados do Education at a Glance – Panorama da Educação 2013, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil investe de três a cinco vezes menos que outros países que oferecem boas condições de oferta educacional.

 

A adoção das OSs mobilizou movimentos de estudantes que encabeçaram as principais manifestações contrárias à proposta do governo. Manifestações estas que foram marcadas por uma postura de embate direto com o Estado. Esta postura de engajamento dos jovens e a forma como eles se relacionam com o mundo real é o que motiva o cientista social português, José Machado Pais, a eleger a juventude como tema de pesquisa em sua carreira. “Eles estão na vanguarda de uma revolução no mundo da comunicação”, declarou o estudioso. Na entrevista desta edição, José Machado Pais esclarece alguns pontos sobre a relação dos jovens frente a uma pluralidade de fontes de informação e sua percepção da realidade que os cercam.

 

Outro assunto de interesse para a comunidade acadêmica é a matéria “Docente e pesquisador: profissões que se cruzam”, sobre o perfil da produção científica e da pesquisa realizada na UFG. A partir da análise de dados foi possível conhecer como é feita a produção científica na UFG e o perfil do docente pesquisador, abrindo assim, caminhos para pensar, em um futuro próximo, em políticas para o aumento da quantidade e qualidade dessa produção. E é também o que o Jornal UFG espera: que a discussão desses assuntos, dentro e fora da universidade, gere melhorias na educação brasileira. Boa leitura!

  

*Coordenadora de Imprensa da Ascom

 

Para ler o arquivo completo em PDF clique aqui

 

Categorias : Opinião editorial

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