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Comunidade pergunta

  

Nesta seção, a comunidade acadêmica poderá fazer suas perguntas sobre a universidade (bolsas, projetos, funcionamento da instituição) diretamente aos responsáveis por cada área.

Mande sua pergunta para o email jornalismo.ascom@ufg.br

 

18. Como realizar o procedimento de fertilização in vitro pelo Hospital das Clínicas da UFG?

17. Quais são as regras para encaminhamento de atestados dos servidores da UFG?

16. Qual a diferença entre as atividades profissionais do Veterinário e do Zootecnista?

15. Como está a construção do Câmpus de Aparecida de Goiânia?

14. A UFG possui uma coordenação de transferência e inovação tecnológica. Mas, o que é transferência tecnológica?

13. A faculdade possui alojamento para quem quer ingressar na Universidade?

12. As Faculdades de Odontologia e de Farmácia comemoraram 70 anos em 2015. Como isso é possível, já que a UFG faz 55 anos em 2015?

11. Sempre ouvimos falar sobre ações afirmativas na UFG, mas, afinal, o que esse termo significa?

10. Me formei no início de 2014. Como faço pra ter acesso às fotos produzidas pela equipe da UFG?

9. Por que há poucas vagas para  graduação em Música?

8. Como faço para doar livros às bibliotecas da UFG?

7. Onde fica a seção de achados e perdidos no Câmpus Samambaia?

6. Por que o programa Ciência sem Fronteiras não contempla estudantes das Ciências Humanas?

5. Qual é a função da Ouvidoria? Como ela pode ajudar a comunidade universitária?

4. Como é feito o levantamento e a distribuição de vagas nos editais de preenchimento de vagas disponíveis na graduação da UFG para comunidade externa (com ingresso no primeiro semestre) e para a interna (com ingresso no primeiro e no segundo semestre)?

3. Quais são os critérios que identificam dos cursos como bacharelado, licenciatura ou específico da profissão?

2. Para que servem o índice de prioridade e a média global? Como eles interferem na hora da matrícula da UFG?

1. Como um aluno e servidor técnico-administrativo da UFG pode conciliar os horários de estudo e trabalho?

 

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Como realizar o procedimento de fertilização in vitro pelo Hospital das Clínicas da UFG?

Pergunta enviada via “Fale Conosco”

O tratamento é indicado para casais com dificuldades de engravidar. A Organização Mundial de Saúde (OMS) lista 22 causas para as mulheres - como a obstrução tubária e a anovulação - e 16 para os homens - varicocele e vasectomia, por exemplo. O atendimento é feito por meio de um projeto de extensão da Universidade. A primeira consulta no Laboratório de Reprodução Humana do Hospital das Clínicas da UFG é marcada pela Secretaria Municipal de Saúde, via serviço social da cidade do paciente, pelos telefones 0800-6461560 ou (62) 3524-1580.

É importante frisar que o Laboratório de Reprodução Humana não tem controle do tempo de agendamento de consultas e também não marca consultas pela primeira vez diretamente. Outro ponto importante é que existem algumas limitações para atendimento, como disponibilidade de materiais e medicamentos e necessidade de fertilização assistida (bebê de proveta). Outros requisitos são Índice de Massa Corporal (IMC) até 31, máximo de duas cesáreas prévias, ter até 40 anos no mês da consulta e 41 no mês do tratamento. Mais informações podem ser obtidas no telefone do laboratório (3269-8278) ou pessoalmente (Laboratório de Reprodução Humana - Departamento de Gineco-Obstetrícia do Hospital das Clínicas da UFG – 1ª Avenida, s/n, Setor Universitário).

Mario Approbato, responsável pelo Laboratório de Reprodução Humana / HC-UFG

 

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Quais são as regras para encaminhamento de atestados dos servidores da UFG?

Pergunta feita por Caroline Pires, servidora técnico-administrativa da UFG

O servidor que necessitar de afastamento do trabalho ainda que por um dia, por razões médicas ou odontológicas suas ou de familiares, deve entregar o atestado junto ao Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor (SIASS). A partir do primeiro dia do atestado, o servidor tem cinco dias para a entrega. Passado esse prazo, o servidor poderá ter seu afastamento negado. O afastamento para acompanhamento de familiares é concedido quando for indispensável e não houver forma de compensação de horários. Além disso, os familiares devem ser previamente cadastrados no Departamento do Pessoal. Em todos os casos é preciso preencher um requerimento que deve conter a assinatura da chefia imediata e a programação de férias do servidor.

No atestado de licença para tratamento da própria saúde deverá constar a identificação do servidor, identificação do profissional emitente e de seu registro em conselho de classe, data de emissão do documento, o código da Classificação Internacional de Doenças (CID) ou diagnóstico e o tempo provável de afastamento. No de acompanhamento de familiar é preciso constar também o nome do familiar e o CID da doença deste. Atestados não devem ser anexados a folhas de frequência.

Atualmente é possível entregar os atestados na Sede do SIASS (Rua 235, Nº 561, Qd. 70, Lt. 30, Setor Leste Universitário), na Pró-reitoria de Recursos Humanos/Prodirh (Prédio da Reitoria – Câmpus Samambaia), na Coordenação de Recursos Humanos/Codirh (Regional Jataí) e na Regional Catalão (Av. Dr. Lamartine Pinto de Avelar, Nº 1120, Setor Universitário). Mais informações sobre licença de saúde podem ser obtidas no site: ou no telefone .

Edinamar Aparecida dos Santos da Silva é Gestora do Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor (Siass)

 

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Qual a diferença entre as atividades profissionais do Veterinário e do Zootecnista?

Pergunta feita por Camila Corrêa de Godoy, Jornalista

A diferença básica é que o profissional veterinário cuida da saúde animal, é o médico dos animais. O Veterinário cuida da parte médica animal, como clínica e cirurgia, diagnóstico e tratamento de doenças, além de cuidar também da saúde pública (doenças dos animais que são transmitidas aos homens), da inspeção e do controle da qualidade (inspeção e auditoria) de alimentos e produtos de origem animal, da vigilância sanitária, entre outros.

O Zootecnista cuida da produção animal, ou seja, da criação dos animais. O profissional da área trabalha no melhoramento genético dos animais, apurando as raças, na nutrição dos rebanhos, no manejo de animais e nas técnicas de criação de diferentes espécies animais, desde abelhas até os bovinos.

Marcos Café é diretor da Faculdade de Veterinária e Zootecnia da UFG

 

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Como está a construção do Câmpus de Aparecida de Goiânia?

Marco Tulio Guimarães, estudante do 1º período de Geologia no Câmpus Aparecida

A obra do edifício do Câmpus de Aparecida de Goiânia está em construção. Com área de 7.300 m2, distribuída em seis pavimentos, ela abrigará um conjunto de salas de aulas, laboratórios, administração, gabinetes de professores e área de apoio aos cursos existentes.

O início da obra se deu, efetivamente, em junho de 2015. Houve um atraso inicial por falta de rede de energia elétrica provisória para a ligação dos equipamentos utilizados no canteiro de obras. A previsão contratual de execução da obra é de 720 dias, ou seja, até julho de 2017 deverá ser concluída.

A obra está com o ritmo adequado ao cronograma de desembolso da UFG. Até o momento foi executado o movimento de terra, as fundações e parte da estrutura de concreto armado – até o segundo pavimento do edifício.

Quem responde é Marco Antônio Oliveira, diretor do Centro de Gestão do Espaço Físico (Cegef – UFG)

 

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A UFG possui uma coordenação de transferência e inovação tecnológica. Mas, o que é transferência tecnológica?

Pergunta feita por Kaito Campos de Novais, 21 anos, estudante de Jornalismo na Faculdade de Informação e Comunicação (FIC)

É transferir tecnologias da universidade para a sociedade. A UFG reúne uma grande quantidade de conhecimento científico e tecnológico e tem estrutura e competências em pesquisas que estão permanentemente produzindo novas descobertas e desenvolvimento em diferentes campos do saber. Trata-se de tecnologias que têm utilidade para governos, empresas e demais atores sociais. Transferir a tecnologia é fazer com que ela chegue até estas organizações com potencial para utilizá-la na solução de problemas, no desenvolvimento de novos produtos ou aprimoramento de processos.

Por exemplo, tecnologias da universidade podem ser importantes para que um governo municipal resolva algum entrave em seu sistema de saúde ou para que uma empresa melhore o processo de produção de um determinado produto. No primeiro caso, o resultado é um serviço de maior qualidade para o cidadão. No segundo, um processo produtivo que utilize menos recursos e gere menos resíduos poluentes. Transferir tecnologias é, dessa forma, proporcionar que o conhecimento produzido na universidade se transforme, inicialmente nas organizações que as recebem, em soluções e inovações e, no segundo momento, em mais desenvolvimento econômico e social.

Existem diferentes formas de transferência. Licenciamento de tecnologias patenteadas, projetos colaborativos com empresas, prestação de serviços, cursos, consultorias e apoio à criação de empresas tecnológicas são algumas delas. Esta última modalidade, o apoio à criação de empresas, é uma modalidade cada vez mais valorizada pelas universidades por permitir que as tecnologias sejam utilizadas por empreendedores da região, muitos deles egressos da instituição, que instalam suas empresas em áreas geográficas próximas da universidade e geram renda e emprego local.

Independente da forma de transferência utilizada, existem procedimentos que devem ser seguidos para garantir que as partes envolvidas – a universidade de um lado e a organização parceira do outro – alcancem os seus respectivos objetivos com o processo. A Coordenação de Transferência e Inovação Tecnológica (CTIT) pode ajudar pesquisadores, empresas e outros interessados no esclarecimento e formalização destes procedimentos. A CTIT é responsável pelas ações de propriedade intelectual, transferência de tecnologia, empreendedorismo e inovação na UFG. Nosso papel é facilitar e fazer com que essas relações aconteçam em maior número possível. Neste contexto, a Coordenação executa ações de promoção do empreendedorismo e da inovação, registro de patentes, softwares e desenho industrial derivados das tecnologias desenvolvidas por pesquisadores da UFG, bem como a negociação de termos de cooperação técnica e acordos de transferência de tecnologia e de pesquisa e desenvolvimento entre a UFG, empresas e órgão públicos.

Quem responde é Cândido Borges, Coordenador de Transferência e Inovação Tecnológica da UFG

 

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A faculdade possui alojamento para quem quer ingressar na Universidade?

Pergunta feita por Wendy Sara Silva, estudante do curso de Enfermagem da Regional Catalão.

A UFG possui o projeto de moradia estudantil, coordenado pela Pró-reitoria de Assuntos da Comunidade Universitária (Procom/UFG). O projeto visa atender estudantes que não residem nas cidades sede das Regionais em que cursa a graduação (Catalão, Jataí, Goiânia e Goiás). No caso de Goiânia, para os que não residem na capital ou em cidades do entorno (Grande Goiânia), o projeto oferece vagas nas casas de estudantes ou bolsas moradia, no valor de R$ 250,00. No interior não existem casas do estudante e são oferecidas as bolsas moradia no valor de R$ 240,00.

Para pleitear uma vaga é preciso apresentar uma série de documentos relacionados nos editais de bolsas estudantis, disponíveis no site da Procom/ UFG <www.procom.ufg.br>. O estudante precisa comprovar que não possui condições próprias e familiares de se manter, incluindo pagamento de aluguel. As inscrições para 2016 vão até 20 de maio e o resultado será divulgado no dia 6 de junho. Além disso, toda terça-feira ocorre na Coordenação de Serviço Social (CSS) da Procom, em Goiânia, às 14 horas, uma reunião do Projeto de Moradia, aberta a todos os interessados em pleitear uma vaga.

Estão sendo disponibilizadas, no edital 2016, o mínimo de 40 vagas para a Regional Jataí, 17 para a Regional Goiás e cinco para a Regional Catalão. Em Goiânia, há cinco vagas em Casas do Estudante e 150 bolsas moradia. À medida que os estudantes concluem o curso, as vagas disponíveis são repassadas para outros estudantes classificados e não contemplados com as bolsas na primeira lista de divulgação.

Quem responde é Elson Morais, Pró-reitor de Assuntos da Comunidade Universitária

 

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As Faculdades de Odontologia e de Farmácia comemoraram 70 anos em 2015. Como isso é possível, já que a UFG faz 55 anos em 2015? 

Pergunta feita por Cleomar Rocha, professor da Faculdade de Artes Visuais da UFG.

A UFG foi criada em 1960, com a união de cinco escolas superiores existentes em Goiânia. A Faculdade de Farmácia e Odontologia de Goiás era uma delas. Ela foi criada em 1945, por isso a unidade comemora em 2015, 70 anos, e não 55, como a UFG. As outras quatro escolas superiores eram: a Faculdade de Direito de Goiás, criada em 1898, na Cidade de Goiás, com o nome de Academia de Direito de Goyaz; a Escola de Engenharia do Brasil Central, autorizada a funcionar em 1954; a Faculdade de Medicina de Goiás, autorizada a funcionar em abril de 1960; e o Conservatório Goiano de Música, originalmente Instituto de Música, criado em 1955. Essas unidades acadêmicas, no ato de criação da UFG, passaram a denominar-se, respectivamente, Faculdade de Farmácia e Odontologia, Faculdade de Direito, Escola de Engenharia, Faculdade de Medicina e Conservatório de Música.

Quem responde é Nelson Cardoso Amaral , Assessor Especial da Reitoria

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Sempre ouvimos falar sobre ações afirmativas na UFG, mas, afinal, o que esse termo significa? 

Pergunta feita por Evaldo Gonçalves,  aluno especial do mestrado em Comunicação da Faculdade de Informação e Comunicação da UFG.

Com o processo de redemocratização pelo qual o Brasil passou, a equidade, ou seja, a igualdade de oportunidades, passa a ser uma das principais buscas. Neste caminho, fatores como a cor da pele, a textura do cabelo, o gênero e a orientação sexual, além da condição socioeconômica, influenciam – e algumas vezes chegam a determinar – nossas oportunidades. Isso equivale a afirmar que a depender do local e das condições de nascimento, uma pessoa acessa mais ou menos equidade. É neste contexto social, político, cultural e ideológico de negação de acesso que surgem as ações afirmativas como medida emergencial para garantir a igualdade de oportunidade e possibilitar a afirmação de pertencimentos.

 

Na prática, as ações afirmativas assumem formas de ações voluntárias, obrigatórias ou mistas; programas governamentais, públicos ou privados; leis e novas orientações a partir de decisões jurídicas; agências de regulação e fomento. Com foco em pessoas e grupos histórica e socialmente subordinados e excluídos, as principais áreas contempladas são mercado de trabalho, sistema educacional e representação política. Assim, ações afirmativas e cotas não são sinônimos, sendo que as cotas são apenas uma representação das ações afirmativas. O princípio das ações afirmativas é, na verdade, constitucional quando admitimos que devemos tratar de forma desigual pessoas e grupos desiguais na medida em que se desigualam.

Quem responde é Luciene Dias, coordenadora da Coordenadoria de Ações Afirmativas da UFG (Caaf)

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Me formei no início de 2014. Como faço pra ter acesso às fotos produzidas pela equipe da UFG? 

Pergunta feita por Louriene Fagundes, Bacharel em Estudos Literários.

A Universidade Federal de Goiás possui a Resolução Cepec 1309 que regulamenta os procedimentos para as cerimônias de Colação de Grau. O parágrafo único, do artigo 41, prevê que “os concluintes que não contratarem serviços de fotografia em conjunto com a comissão de formatura serão atendidos pela equipe de fotografia da UFG, assim como todos os demais concluintes”.

 

No seu caso, informamos que, até o ano de 2014, as fotos das cerimônias eram entregues em DVDs para um dos membros da comissão de formatura, cadastrados por meio do formulário de colação de grau. Aquele que retirasse o DVD tornava-se responsável por repassar aos demais colegas os arquivos das fotos. A Assessoria de Comunicação aguardava o período de um semestre e, se nenhuma pessoa viesse buscar, os materiais eram encaminhados para a direção da Unidade Acadêmica.

 

A partir de 2015, a Assessoria de Comunicação optou por utilizar uma plataforma eletrônica para facilitar o acesso de todos os concluintes às fotografias, para isso criou um perfil no Flickr, um site de hospedagem e partilha de imagens fotográficas. As imagens podem ser acessadas por meio do endereço (www.flickr.com/photos/colacaoufg). Até o mês de maio, a Regional Goiânia publicou 19 álbuns que correspondem às colações de Goiânia e Cidade de Goiás, no total são 17.228 fotografias que já foram acessadas 36.395 vezes.

Quem responde é Daiana Stasiak, Coordenadora de Relações Públicas Ascom/UFG

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Por que há poucas vagas para  graduação em Música?

Pergunta feita pelo vestibulando Eudine Ramalho, de Goiânia.

Os cursos de Música - Bacharelado e Música - Licenciatura em Instrumento Musical e Canto, da Universidade Federal de Goiás (UFG), oferecem um número menor de vagas em seu processo seletivo devido às especificidades desses cursos. As vagas ofertadas para Música - Bacharelado são divididas nas habilitações Canto, Composição, Regência e Instrumentos Musicais. A habilitação “Instrumentos Musicais” ainda se subdivide nas seguintes opções de instrumentos: Piano, Violão, Violino, Viola, Violoncelo, Contrabaixo, Flauta Transversal, Clarineta, Trompete, Trombone e Percussão. As aulas de instrumentos musicais são práticas e individuais, com vistas a um adequado acompanhamento, orientação e preparação dos estudantes.

Com exceção do piano, os demais instrumentos musicais contam apenas com um professor. Além das aulas individuais e de canto, cada docente se responsabiliza por outras disciplinas e Trabalhos de Conclusão de Curso. Sendo assim, se a cada ano um professor oferecer duas vagas, no ciclo de quatro anos ele terá oito alunos, os quais correspondem no mínimo, por semana, a 8 horas de aulas individuais de instrumento ou canto, mais 2 horas de aulas coletivas em “Formação de Repertório”, outras 2 horas de aulas em “Literatura e Repertório” e 4 horas de “Música de Câmara ou Prática de Orquestra”, o que equivale aproximadamente a um total de 16 horas semanais só na graduação. 

Vários desses docentes também ministram aulas na Pós-Graduação, além dos que atuam em ações de pesquisa e extensão. A oferta de vagas deve acompanhar a carga horária estabelecida e, para que a EMAC ofereça mais vagas, seria necessário a contratação de mais professores. 

O curso de Música - Licenciatura nas habilitações Instrumento Musical e Ensino de Canto, apresenta a mesma estrutura do Bacharelado para o preenchimento de suas vagas. Para ingressar nos cursos de Música, o candidato deve participar do Sistema de Seleção Unificada (SISU) e, sendo aprovado, realizar o teste de Verificação de Habilidades e Conhecimentos Específicos (VHCE) como última fase do processo de seleção.

Quem responde é Ana Guiomar Rêgo Souza, Diretora da Escola de Música e Artes Cênicas (EMAC)

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Como faço para doar livros às bibliotecas  da UFG?

Pergunta formulada pela estudante Armani Siqueira, egressa do curso de Design de Moda

O Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal de Goiás (Sibi/UFG) tem a política de adquirir material de informação, que possa servir de apoio ao cumprimento das finalidades da instituição, de forma racional e sistemática. Esses materiais podem ser originados de doações entregues nas bibliotecas com a intenção de serem incorporados ao acervo. As doações espontâneas podem ser de pessoas físicas, instituições privadas ou órgãos governamentais. Para as doações espontâneas que envolvem até 50 itens, é solicitado ao doador o preenchimento de um formulário disponível nas bibliotecas. Esse formulário deve ser anexado ao material no momento da doação. Para as doações com mais de 50 itens, é solicitada uma lista dos materiais ofertados, contendo: autor, título e ano de edição das obras em pretensão de doação.  Essa lista, que tem fins de pré-avaliação, deve ser encaminhada por e-mail para a biblioteca designada. O responsável pelo recebimento das doações orientará o doador sobre os procedimentos de recebimento, considerando as possibilidades de incorporação ao acervo, descarte ou doação para outras bibliotecas ou instituições, dependendo das necessidades institucionais ou condições físicas dos materiais. É preciso lembrar que as coleções doadas não são identificadas ou destacadas com os nomes dos doadores nos espaços das bibliotecas..

Quem responde é Rita de Cássia B. Pereira, bibliotecária responsável

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Onde fica a seção de achados e perdidos no Câmpus Samambaia?

Pergunta formulada pela estudante Larissa Rodrigues de Oliveira, estudante do curso de Arquitetura e Urbanismo 

Os agentes de segurança da UFG são orientados a entregar na Central de Segurança todos os objetos encontrados, onde seus donos poderão reclamá-los. A Central de Segurança do Câmpus Samambaia funciona na entrada do Câmpus que dá acesso ao Centro de Cultura e Eventos Professor Ricardo Freua Bufáiçal e a do Câmpus Colemar Natal e Silva fica localizada na Escola de Engenharia Civil e Engenharia Ambiental (EEC). Nos casos em que é possível identificar o dono e a qual unidade ele está vinculado, os seguranças entregam o objeto na secretaria da unidade acadêmica, para facilitar a devolução. Caso seja encontrado algum objeto perdido na universidade, a orientação é entregar à equipe de segurança da UFG.

 

Quem responde é Elias Magalhães, Presidente do Centro de Seleção da UFG

 

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Por que o programa Ciência sem Fronteiras não contempla estudantes das Ciências Humanas?

Pergunta formulada pela estudante Jéssica Chiareli, estudante do curso de Jornalismo

 

Ao buscar a resposta para a pergunta da estudante de Jornalismo Jéssica Chiareli sobre o motivo pelo qual o programa Ciência sem Fronteiras não oferece bolsas para estudantes das áreas de Ciências Humanas, notamos que o posicionamento da comunidade acadêmica sobre o assunto ainda é multifacetado e que não seria adequado que somente uma pessoa respondesse. Por esse motivo, fomos atrás de representantes das grandes áreas de humanidades e das exatas para  refletir e opinar sobre o assunto, que merece ser mais discutido dentro da academia.

O Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) é uma iniciativa do governo federal, especificamente do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio do CNPq, e do Ministério da Educação, da Capes e das Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico, com o objetivo de promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira. A previsão é de que sejam concedidas 101 mil bolsas até 2015 para promover intercâmbio de alunos de graduação e pós-graduação de determinadas áreas do conhecimento, tidas como prioritárias.

Contudo, o fato do programa não contemplar qualquer área dashumanidades tem provocado questionamentos sobre a real contribuição para o desenvolvimento social, econômico e tecnológico do país. A coordenadora de Assuntos Internacionais da UFG, Ofir Bergemann, reconhece o surgimento desse tipo de questionamento por parte da comunidade, uma vez que cada área tem seu papel no desenvolvimento do País. “Um exemplo claro é a importância do domínio de línguas estrangeiras que, por sinal, tem sido um dos maiores problemas para os estudantes conquistarem uma bolsa pelo CsF”, declarou a coordenadora.

A professora da Faculdade de Farmácia, Eliana Martins Lima considerou que a maioria dos programas de incentivos e investimentos em ciência e tecnologia é planejado de forma a priorizar certas áreas e a definição de prioridades será sempre acompanhada de argumentos que, válidos ou não, a justificam. Ela lembra que, tais argumentos, nem sempre correspondem às expectativas de todos. “Atualmente a Capes e o CNPq oferecem para todas as áreas do conhecimento, cerca de 142 mil bolsas. À exceção das chamadas de editais do tipo “universal”, todas as demais definem com clareza as áreas contempladas. Se o formato do programa, suas modalidades e restrições são o que de melhor se poderia apresentar, creio que ainda não temos dados para responder”, concluiu.

Para o professor do Instituto de Informática, Fábio Nogueira de Lucena, é preciso entender a lógica econômica por trás dessa política do governo que envolve grandes investimentos. "A ideia do governo de priorizar essas áreas tecnológicas e de inovação vai ao encontro do que a sociedade também valoriza, pois todos buscamos um retorno financeiro imediato e queremos possuir as novas tecnologias. Não creio que a problemática esteja em priorizar certas áreas, mas sim, não promover as demais", avaliou o professor que também destacou a importância desse debate no âmbito das universidades. “A comunidade acadêmica deve se posicionar quanto à coerência ou não de ações que afetam a formação superior e seus impactos a longo prazo”, reiterou.

O diretor da Faculdade de Ciências Sociais, Luiz Mello foi enfático em declarar que se trata de um problema preocupante tanto no âmbito político quanto epistemológico. Ele destacou a importância do surgimento das novas tecnologias e de inovações para a sociedade, mas também defendeu que deve haver uma maior atenção para a formação humanística e ética dos cientistas e das pessoas que atuarão diretamente com o desenvolvimento desses setores, assim como nas áreas de políticas públicas ou ensino de ciências. “Países como o Irã e a Coreia do Norte já possuem o conhecimento para a construção da bomba atômica, mas devemos refletir a partir de exemplos extremos como esses, qual o tipo de sociedade e de ciência queremos construir e, nessa reflexão entre tantas outras, as Ciências Humanas têm uma contribuição importante a oferecer a todos os que estão envolvidos no campo científico e à sociedade em geral. Afinal, as Ciências Humanas também não são ciências?” comentou Luiz Melo.

No âmbito da Filosofia, o professor Cristiano Novaes de Rezende considerou que "o nome do programa é irônico, uma vez que nele a noção de ciência é associada à ideia de ausência de fronteiras quando, no entanto, vemos uma fronteira muito clara a limitar a própria ideia de atividade científica ao âmbito de suas aplicações ao desenvolvimento econômico de tipo mais imediato". Para ele a ampliação das fronteiras do desenvolvimento tem pecado pela falta de refinamento conceitual dessa noção de ciência: “reduzida à mero êxito operacional e à solução de problemas, o que lhe importa é ‘fazer funcionar’ e não tanto explicar, conhecer”. Em sua opinião, a própria existência do que considera ser um equívoco  epistemológico acerca do que seja ciência e pesquisa de base “evidencia que o desenvolvimento nacional depende, em suas políticas públicas e programas de grande envergadura, de mais investimento, por exemplo, em Filosofia. Assim, não haveria verdadeira inovação sem uma abordagem global do conhecimento.

O professor do Instituto de Ciências Biológicas, José Alexandre Felizola Diniz Filho não concorda com as prioridades do CsF e ainda apresentou outras críticas. "O CsF foi mal elaborado. Ele é muito caro e ineficiente, pois seria possível intensificar a internacionalização com a contemplação de outras estratégias. Se a lógica é dar "retorno" científico e tecnológico para o Brasil e promover a internacionalização em curto-médio prazo, então, o programa não deveria enviar alunos de graduação – selecionados sem os devidos critérios científicos – para assistir aulas no exterior, nem sempre em boas universidades, cientificamente fortes. O programa deveria focar em enviar e trazer pesquisadores experientes, doutorandos ou pós-doutores. Programas assim existem há tempo e, apesar de possuírem menores recursos e menos destaque na mídia, sempre sobrou recurso para esse tipo de intercâmbio promovido pela Capes. Se o CsF está focado em circular os nossos alunos pelo mundo sem que desenvolvam atividades técnico-científicas relevantes, então deveríamos apenas proporcionar-lhes uma experiência que priorizasse alunos de iniciação científica, permitindo que eles ficassem dois ou três meses fora do país, quando for as férias aqui”, sugeriu o professor.

 

 

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Qual é a função da Ouvidoria? Como ela pode ajudar a comunidade universitária?

Pergunta formulada pelo estudante do curso de Ciências da Computação, Douglas Viana

Podemos considerar que a Ouvidoria da UFG tem duas funções principais, sendo a primeira atuar como mediadora na interação do cidadão (membro da comunidade universitária ou público externo) com a Universidade e a segunda, oferecer apoio à gestão universitária, sugerindo ações de melhoria dos serviços prestados, de acordo com as demandas que lhe são apresentadas.

Para o desenvolvimento das suas funções, a Ouvidoria busca prover meios de comunicação para o recebimento e encaminhamento de sugestões, reclamações, críticas, denúncias e elogios, bem como solicitações de informação. Todo o trabalho é feito com seriedade e cuidado. A Ouvidoria procura desprender-se de aspectos burocráticos em seus encaminhamentos. Nossa intenção é oferecer ao cidadão uma resposta, uma manifestação ou uma sugestão de solução para sua demanda, da maneira mais prática, rápida e consensual possível. Nesse sentido, buscamos sempre contar com a colaboração fundamental dos órgãos e unidades da UFG diretamente ligados a cada demanda.

No que se refere ao apoio à gestão universitária, cada demanda é recebida e encaminhada ao órgão responsável, o qual providencia a devida resposta. No encaminhamento da resposta, a Ouvidoria, caso considere necessário, oferece alguma sugestão ao próprio interessado, ao órgão responsável ou à Administração Superior. Ainda, com base na análise das demandas, a Ouvidoria publica relatórios trimestrais, no intuito de retratar o conjunto das demandas apresentadas pelo cidadão e subsidiar a Administração no direcionamento de algumas ações. Entendo que o nosso trabalho, pelas informações apresentadas acima, pode contribuir para a consolidação de uma universidade participativa, transparente, responsável e acessível, possibilitando uma gestão ampliada para a melhoria dos serviços oferecidos à sociedade.

Quem responde é o Igor Rodrigues Vieira – Coordenador da Ouvidoria/UFG

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Como é feito o levantamento e a distribuição de vagas nos editais de preenchimento de vagas disponíveis na graduação da UFG para comunidade externa (com ingresso no primeiro semestre) e para a interna (com ingresso no primeiro e no segundo semestre)?

É importante registrar,em primeiro lugar, que todo interessado precisa ter conhecimento da Resolução CEPEC de nº999 de 2010, que estabelece os critérios para o preenchimento de vagas disponíveis nos cursos de graduação oferecidos pela UFG.

Resumidamente, o Centro de Gestão Acadêmica (CGA) faz o levantamento das vagas que ficaram ociosas1 na universidade, vagas que não foram preenchidas, alunos transferidos ou jubilados2 etc. Para a comunidade interna, são abertos dois editais específicos, um no início do ano e outro no meio do ano. Essas vagas são direcionadas para quem deseja reingresso, transferência3 de curso, podendo implicar mudança de câmpus, turno ou habilitação (bacharelado para licenciatura ou o contrário) e ainda da modalidade a distância para a presencial ou vice-versa. Nesse caso, o processo seletivo apresenta como critério de classificação dos candidatos, em ordem decrescente, a média relativa constante do extrato acadêmico do estudante.

No final do ano, esse levantamento é realizado novamente e outro edital é publicado, dirigido tanto à comunidade interna quanto à externa. As vagas para a comunidade externa destinam-se a portadores de diploma ou estudantes que desejam transferir-se de outra instituição de ensino superior para a UFG. O processo seletivo dessa etapa consiste em prova escrita, abrangendo conteúdos gerais, previstos no edital, e de prova de redação.

 As próximas datas de publicação dos editais são:

·         para a comunidade interna: 14 de maio de 2011;

·         para a comunidade interna e a externa:17 de setembro de 2011;

·         para a comunidade interna: 7 de janeiro de 2012.

 Quem responde é Gisele Lúcio da Costa Petrillo – Coordenadora de Matrícula – CGA.

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Quais são os critérios que identificam dos cursos como bacharelado, licenciatura ou específico da profissão?

Nadilla Cardoso, 2º período
 

Os critérios são estabelecidos pelo Minitério da Educação. Na verdade, atualmente, são conferidos pelas instituições de ensino superior apenas três graus: bacharelado, licenciatura e formação de tecnólogo. No caso da UFG, há apenas bacharelado e licenciatura. As normas são definidas pelo Ministério da Educação. Os cursos de Engenharia, por exemplo, que antes identificavam-se como especifico da profissão, agora são bacharelados. Não existe mais o grau identificado como específico da profissão.

Os cursos de Bacharelado/Licenciatura Plena puderam ser oferecidos conjuntamente, de forma regular, até 15/10/2005, ou seja, os alunos ingressantes até essa data estavam aptos a obter a graduação de “bacharel e licenciado”. A partir dessa data, as licenciaturas e os bacharelados passaram a representar graduações diferentes com legislação específica para cada um, apresentando finalidade e integralidade próprias, exigindo-se, assim, projeto pedagógico e matriz curricular adequados a cada grau.

A legislação exige que para atuar na educação infantil e primeira fase do ensino fundamental (do 1º ano ao 5º ano) é necessário ser pedagogo. Já na segunda fase do ensino fundamental (6º ano ao 9º ano) e ensino médio é preciso ser licenciado em uma área específica. Os cursos de bacharelado não formam professores. Dessa forma, só pode dar aula sem ser licenciado o professor de ensino superior. Ele pode ser bacharel e lecionar na graduação, de acordo com sua formação. Os cursos que formam professores, a princípio, são aqueles cujas disciplinas relacionadas são ministradas na educação básica (da educação infantil ao ensino médio) como Física, Química, História, Literatura, Inglês, Biologia, Espanhol, Português, Matemática, Geografia.

Em relação à estrutura dos cursos de bacharelado, as instituições devem considerar as diretrizes curriculares nacionais específicas para cada curso de graduação, bem como as resoluções do Conselho Nacional de Educação e Conselho de Educação Superior (CNE/CES) que instituem a carga horária mínima e os procedimentos relativos à integralização e duração de cada cursos de graduação, bacharelado, na modalidade presencial. Essses documentos estão disponíveis no portal do Mec (www.mec.gov.br).

Quem responde é a Pró-Reitora de Graduação: Sandramara Matias Chaves

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Para que servem o índice de prioridade e a média global? Como eles interferem na hora da matrícula da UFG?

Marília Neves, 8º período de Biblioteconomia
 
O artigo 24 da Resolução n. 806 define que todo aluno da UFG deverá ser submetido a critério de processamento coletivo de pedido de inscrição para obtenção de vaga nas disciplinas oferecidas. Ou seja, há uma disputa pelas vagas. Por isso, foi criado o índice de prioridade. Esse índice não leva em consideração a nota do aluno e, sim, as disciplinas que ele cursou, sua taxa de aprovação e a integralização no curso. A finalidade desse índice é dar privilégio aos alunos veteranos para que eles consigam se formar.
 
A média global é um dos critérios de desempate do índice de prioridade. Ao contrário do índice de prioridade, ela é calculada com base no desempenho do aluno nas disciplinas cursadas, a nota. Existe um entendimento equivocado na hora de calcular a média global: os estudantes tendem a fazer uma média linear (somar as notas e dividir pelo número de disciplinas). A média da UFG não é calculada dessa forma convencional. Para calculá-la faz-se a somatória dos produtos das notas obtidas em cada disciplina cursada pela sua carga horária, dividida pela somatória de carga horária dessas disciplinas. No cálculo utiliza-se a seguinte fórmula:

 

Sendo N o número de disciplinas cursadas na UFG que computem para a integralização da matriz curricular do aluno, excetuando-se as disciplinas aproveitadas ou dispensadas; CHD a carga horária da disciplina i; NDa nota do aluno na disciplina i, independentemente de aprovação ou reprovação.
Quem responde é a responsável pelo sistema acadêmico de graduação da Pró-reitoria de Graduação, Edyr Faria de Oliveira.

 

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Como um aluno e servidor técnico-administrativo da UFG pode conciliar os horários de estudo e trabalho?

Mariana de Oliveira Lopes Barbosa, mestranda em História

O trabalho dos servidores técnico-administrativos da UFG é regido pela Lei nº 8.112/90, o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais. O artigo 98 da referida lei estabelece que será concedido horário especial ao servidor estudante, quando comprovada a incompatibilidade entre o horário escolar e o da repartição, sem prejuízo do exercício do cargo, sendo exigida a compensação de horário no órgão ou entidade que o servidor tiver exercício, respeitada a duração semanal do trabalho. Para que o servidor estudante da UFG usufrua dos seus direitos, ele deve preencher os formulários disponíveis no site do Departamento de Pessoal (www.dp.ufg.br) da universidade e seguir as orientações listadas no próprio site. A ficha deve ser entregue juntamente com o comprovante de matrícula emitido pela instituição que oferece o curso e uma sugestão de planilha de horários, a ser aprovada pela chefia imediata, resguardando a carga horária semanal.
Quem responde é Maruska Vaz Sansaloni, diretora do Departamento do Pessoal da UFG.
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