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Cepae oferece aulas de luta olímpica

Aberto à comunidade, projeto de extensão aposta na popularização da modalidade esportiva e na construção de valores

Luta Cepae 1

 

Angélica Queiroz

Luta Olímpica ou Wrestling são os nomes mais comuns de dois estilos de lutas (livre e greco-romana) que são disputadas nas Olimpíadas, desde os primeiros jogos da Era Moderna, realizados em Atenas no ano de 1896. A modalidade é uma das mais antigas de que se tem registro, mas o Brasil nunca ganhou nenhuma medalha durante toda história dos Jogos Olímpicos, principalmente porque o esporte ainda é pouco conhecido no país.

Visando popularizar o esporte, um projeto de extensão do Centro de Ensino e Pesquisa Aplicado à Educação (Cepae) oferece aulas da modalidade desde a iniciação esportiva até o alto rendimento para interessados de 7 a 17 anos. Cerca de 50 alunos treinam no Cepae, com aulas duas vezes na semana. O projeto é gratuito tanto para os alunos como para os membros da comunidade externa. É preciso a autorização dos pais e um atestado médico para a realização da modalidade. As matrículas estão abertas desde fevereiro na secretaria do Cepae.

Segundo o responsável pelo projeto, professor Pitias Lobo, a iniciativa surgiu de uma demanda de tematização da luta na escola por parte das aulas de Educação Física. O Cepae aproveitou a vinda de dois reconhecidos professores de Cuba – Aleyo Morales e Luis Henrique Marin – para desenvolver a iniciativa da Luta Olímpica da Projeto Escolinha da Caixa Econômica Federal que é realizado no Cepae. A partir dessa parceria, foi estabelecido um convênio com a Confederação Brasileira de Wrestling e suas federações, que disponibilizou um tapete olímpico para a prática do esporte no Cepae.

Para Pitias Lobo, a luta tem uma contribuição positiva com conteúdo e valores a serem desenvolvidos e treinamento das capacidades físicas gerais, como mobilidade, força, agilidade, resistência aeróbia e anaeróbia e flexibilidade. Além disso, segundo ele, o esporte também desenvolve as capacidades emocionais ligadas à potencialização da autoestima e do equilíbrio emocional, das capacidades valorativas, como a transparência das ações, o respeito ao oponente e ao outro em qualquer situação de vitória e/ou derrota e das capacidades cognitivas, como o raciocínio rápido e equilibrado. “A luta tem em sua origem a própria condição dos seres humanos em disputas política, territoriais, econômicas e sociais em sua trajetória”, destaca.

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I Festival de Lutas

Em dezembro, o projeto promoveu seu I Festival de Lutas. O professor Pitias Lobo explica que a ideia surgiu em decorrência do desenvolvimento da prática da luta pelas crianças iniciantes do projeto e para motivar e divulgar a luta em toda a comunidade. “Agregamos a iniciação ao alto rendimento com a vinda do Campeonato Goiano de Wrestling e do II Open Goiás de Wrestling”, detalha.

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Fonte : Ascom UFG

Categorias : Esporte Edição 85 wrestling luta olímpíca

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