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Viajando com a Nasa

Projeto de extensão da Regional Jataí divulga missões espaciais realizadas pela agência americana para alunos do Ensino Médio

 

 

Viajando com a Nasa

Foto: Nasa

Camila Godoy e Angélica Queiroz

 

Sol, Terra, Marte, vida fora da Terra, campo magnético, origem do universo, buracos negros... Os assuntos, que despertam o interesse de muitos estudantes, estão entre os objetos de estudo da  Nasa (sigla em inglês de National Aeronautics and Space Administration), agência americana responsável pelo envio do homem à Lua e conhecida  por diversas pesquisas no espaço. Sabendo dessa curiosidade geral, a própria Nasa produz vídeos para divulgar para o mundo missões futuras e já realizadas. No entanto, por ser em inglês, esse material acaba não sendo acessível a muitos estudantes, apesar do interesse desses pela temática. Atento a essa realidade, o professor de Física da Regional Jataí, Paulo Freitas Gomes, criou o projeto de extensão “Viajando com a Nasa”, por meio do qual legenda esse material e leva à escolas de Ensino Médio, onde discute os assuntos abordados com os estudantes, despertando neles o interesse pela ciência.

Paulo Gomes conta que a ideia do projeto surgiu durante seu pós-doutorado, antes de entrar na UFG, quando teve o primeiro contato com os vídeos produzidos pela Nasa. “São vídeos profissionais muito bonitos, didáticos e direcionados ao público em geral. Naquela época eu ainda não tinha ideia de que poderia fazer um projeto de extensão, mas gostei bastante dos vídeos e queria divulgar. Fiz então um teste e legendei um primeiro vídeo”, lembra. O projeto começou em agosto de 2015 e, desde então, o professor legenda os vídeos, com a ajuda de bolsistas, permitindo que os alunos de Jataí – sabendo inglês ou não – possam entender a mensagem de cada produção. Todos os vídeos legendados pela equipe são também colocados no Youtube, permitindo que outras pessoas possam ter acesso ou que os alunos possam revê-los. O projeto é aberto a todos os interessados em colaborar, tanto professores quanto alunos.

Segundo o professor, a experiência de pouco mais de um ano do projeto tem sido muito positiva, pois consiste em uma interação universidade e comunidade, que reforça a importância da universidade dando um retorno para a comunidade. “Além disso, muitos alunos podem se interessar pelo tema e escolher estudar algum curso relacionado, como Física, Química ou Matemática, por exemplo. A comunidade ganha, pois toda divulgação científica é benéfica, podendo despertar futuros cientistas, além de enriquecer as aulas e o aprendizado de ciências”, ressalta.

A data de cada visita sempre é definida pelo professor da turma onde será feita a apresentação no horário da aula dele. “Cada visita consiste de uma apresentação, na qual falamos, mostramos vídeos e debatemos sobre um tema”, explica Paulo Gomes. Segundo o coordenador do projeto, o desafio é continuar fazendo novas apresentações e visitar mais escolas. “As possibilidades são muitas e em cada escola há muitos alunos realmente interessados, fazendo muitas perguntas sobre os mais variados temas”, completa.

Confira alguns dos vídeos legendados no blog do projeto.

 






Categorias : Universidade Edição 82

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